Olá.
2008 chegou.
Nosso blog esteve meio encostado nestes últimos dias. Vam'vê se botamos este negócio pra funcionar de verdade, eheh...
Hoje, depois do curto recesso, aula. Já temos trabalho para entregar (Estatística, Prof. Manoel).
Retardatários juram que o farão até o final da tarde...
Abraço, boa sorte, boas aulas e até logo.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Apostila de Administração
Olá, pessoal.
No link abaixo está uma apostila que poderá ser usada como material auxiliar para os seminários de Administração, disponibilizada pela professora Ana Lúcia.
Baixem antes que o link expire.
Download.
No link abaixo está uma apostila que poderá ser usada como material auxiliar para os seminários de Administração, disponibilizada pela professora Ana Lúcia.
Baixem antes que o link expire.
Download.
De volta!...
Vamos arrumar a casa.
Até o final da tarde voltarei com novos posts e a agenda da semana que vem.
Até o final da tarde voltarei com novos posts e a agenda da semana que vem.
sábado, 13 de outubro de 2007
Data de entrega do trabalho de Neoclássica
Olá!
A data de entrega do trabalho de Neoclássica II, do Prof. Porfiro, é 17/10, quarta-feira próxima.
A comunicação veio em e-mail para a Aurineide. Bem, já dá pra respirar.
Bom final de semana. Estudem, mas não se matem. A vida é um bem muito raro.
Abraços,
A data de entrega do trabalho de Neoclássica II, do Prof. Porfiro, é 17/10, quarta-feira próxima.
A comunicação veio em e-mail para a Aurineide. Bem, já dá pra respirar.
Bom final de semana. Estudem, mas não se matem. A vida é um bem muito raro.
Abraços,
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Atividade de Neoclássica
Mensagem do Prof. Porfiro:
--
Neoclássico(a)s,
Estamos enviando exercício para entregar até dia 14out2007.
Gentileza confirmar recebimento, visto que não foi fácil decifrar alguns e-mails.
Estudem com moderação.
Grato,
Porfiro
--Muito bem, quem não conseguiu receber, aqui tem o link.
Como assim até 14 de outubro, cara-pálida? 14 é domingo!!
Bom estudo para todos!
Para hoje!
Aula de Administração, atividade referente ao filme Tempos Modernos, de Charlie Chaplin:
Questões:
1. Através do filme, como poderíamos conceituar Administração?
2. No filme, como eram tratadas as pessoas?
3. Quais as características (capacidades e habilidades) do protagonista do filme?
Abaixo, curtam a cena mais divertida do filme: A máquina de alimentação automática de funcionários! Hilário!! Kkkkkk!!
Questões:
1. Através do filme, como poderíamos conceituar Administração?
2. No filme, como eram tratadas as pessoas?
3. Quais as características (capacidades e habilidades) do protagonista do filme?
Abaixo, curtam a cena mais divertida do filme: A máquina de alimentação automática de funcionários! Hilário!! Kkkkkk!!
A natureza das crises capitalistas
Olá!
Este é um pequeno resumo contendo os tópicos mais relevantes do texto indicado para leitura, assunto da próxima aula de Economia Política II (Prof. Carlito):
Crise: Ruptura no processo de circulação, causada por inumeráveis razões, condicionada pela separação da compra e venda e que afeta toda economia. Estoques invendáveis. Necessidades não-satisfeitas.
Superprodução: A superprodução não é a causa das crises, mas o resultado delas.
Lei de Say: Sugere que a venda é seguida de uma compra de igual valor, sem interrupção alguma em M-D-M. A teoria marxista considera que o dinheiro é meio pelo qual a troca é dividida em duas transações distintas. Quando alguém vende e deixa de comprar o resultado é a crise.
Diferença entre M-D-M e D-M-D’: Em M-D-M a finalidade da troca é obter valor-de-uso. Em D-M-D’ o capitalista lança capital em circulação, adquirindo força de trabalho e meios de produção, retornando ao mercado com mercadorias que são transformadas em dinheiro. O D inicial e o D’ final não possuem valor-de-uso, apenas valor-de-troca.
Relação entre D-M-D’, as crises e a tendência decrescente da taxa lucro: A atenção do capitalista está voltada na equação D’ – D = ∆D, pelo tamanho de ∆D em relação a grandeza do capital (∆D/D), que é a taxa de lucro. ∆D constitui o calcanhar de aquiles do capitalismo. Se ∆D for insuficiente ou negativo, se ∆D apresentar uma insistente queda, o capitalista retirará seu capital de circulação. Resultado: crise.
Os dois tipos de crise: i) tendência decrescente da taxa lucro, resultado do processo de acumulação de capital; ii) incapacidade dos capitalistas de vender as mercadorias pelo seu valor, ou seja, dificuldade em realizar o valor que já está corporificado em mercadorias prontas para a venda (crises de realização).
Nota bibliográfica
SWEEZY, Paul M. Teoria do Desenvolvimento Capitalista. P. 163-176. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
Este é um pequeno resumo contendo os tópicos mais relevantes do texto indicado para leitura, assunto da próxima aula de Economia Política II (Prof. Carlito):
Crise: Ruptura no processo de circulação, causada por inumeráveis razões, condicionada pela separação da compra e venda e que afeta toda economia. Estoques invendáveis. Necessidades não-satisfeitas.
Superprodução: A superprodução não é a causa das crises, mas o resultado delas.
Lei de Say: Sugere que a venda é seguida de uma compra de igual valor, sem interrupção alguma em M-D-M. A teoria marxista considera que o dinheiro é meio pelo qual a troca é dividida em duas transações distintas. Quando alguém vende e deixa de comprar o resultado é a crise.
Diferença entre M-D-M e D-M-D’: Em M-D-M a finalidade da troca é obter valor-de-uso. Em D-M-D’ o capitalista lança capital em circulação, adquirindo força de trabalho e meios de produção, retornando ao mercado com mercadorias que são transformadas em dinheiro. O D inicial e o D’ final não possuem valor-de-uso, apenas valor-de-troca.
Relação entre D-M-D’, as crises e a tendência decrescente da taxa lucro: A atenção do capitalista está voltada na equação D’ – D = ∆D, pelo tamanho de ∆D em relação a grandeza do capital (∆D/D), que é a taxa de lucro. ∆D constitui o calcanhar de aquiles do capitalismo. Se ∆D for insuficiente ou negativo, se ∆D apresentar uma insistente queda, o capitalista retirará seu capital de circulação. Resultado: crise.
Os dois tipos de crise: i) tendência decrescente da taxa lucro, resultado do processo de acumulação de capital; ii) incapacidade dos capitalistas de vender as mercadorias pelo seu valor, ou seja, dificuldade em realizar o valor que já está corporificado em mercadorias prontas para a venda (crises de realização).
Nota bibliográfica
SWEEZY, Paul M. Teoria do Desenvolvimento Capitalista. P. 163-176. Rio de Janeiro: Zahar, 1967.
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